No projeto de conclusão de curso sobre a Theoprax Logística, assumi a frente da reformulação completa e organização física do almoxarifado, com o objetivo de otimizar a gestão de estoques e agilizar a movimentação dos materiais.
Começamos o mapeamento dos requisitos e chegamos a um diagnóstico profundo do layout antigo, o que nos ajudou a eliminar riscos ergonômicos, situações de periculosidade e o armazenamento incorreto de mercadorias direto no chão.
No SketchUp para projetei o novo layout em 3D, estruturando a instalação de cantoneiras para paletes, divisórias físicas e a adequação dos extintores de incêndio (tipo ABC).
Aplicando os conceitos do 5S e da metodologia Just in Time, conseguimos transformar a rotina da operação: o tempo de localização dos SKUs caiu drasticamente, a circulação da equipe ficou muito mais segura e livre, além de conseguimos prevenir avarias e perdas de materiais, padronizando os processos de entrada e saída.
O que começou ainda na minha época de aluna ganhou vida quando fui contratada pelo SENAI. Essa transição transformou um projeto acadêmico em uma experiência real e marcante, permitindo consolidar na prática todo o conhecimento adquirido.
O projeto ACIS nasceu de uma necessidade crítica: detectar e corrigir a disparidade entre o que acontecia na prática em campo e o que era registrado em nossos sistemas de informação. Essa lacuna criava uma distorção perigosa entre a percepção da gestão e a realidade vivenciada pelo cliente quanto ao serviço prestado. Com o ACIS, passamos a monitorar de forma estruturada a confiabilidade das entregas, avaliando critérios como a:
Adesão às janelas de entrega, garantindo entrega conforme acordado com o cliente.
Precisão nos registros, pra obter maior clareza quanto o que estava acontecendo em campo,
Qualidade do atendimento, abrindo um canal com escuta ativa para o motorista, entendendo as necessidade da operação para operar com exelência.
Entre outros...
Assim garantindo que nossos dados reflitam com fidelidade a realidade operacional.
Impacto:
Alinhamento entre Realidade e Gestão: Ao eliminar a lacuna de informações, o projeto garantiu que a gestão tivesse uma visão precisa do desempenho, permitindo decisões mais assertivas e transparentes.
Visibilidade e Controle: O ACIS fornece um painel consolidado da operação, identificando pontos de destaque e áreas que exigem atenção nas praças.
Excelência Operacional: A partir da análise de indicadores — como o suporte às ocorrências e o comparativo semanal — o projeto atuou na correção de gargalos, como falhas de comunicação ou problemas de descarga, elevando o nível de serviço percebido pelo cliente final e fortalecendo a confiança na nossa operação.
Acontecia muito de os motoristas ficarem sem um canal claro, gerando problemas que a gente só descobria quando já era tarde: entregas no dia errado, rotas que saíam do controle e dificuldades reais para lidar com imprevistos, como acidentes ou a necessidade urgente de transbordo.
Na cadeia hierarquica fui notada e de uma ideia entendeu-se que era necessário mais que um projeto, então fui convidada a fazer a estruturação do setor de Delivery Support (DS) do zero. O objetivo era simples: transformar o caos em processo.
Desenhei o jogo: Defini exatamente como o suporte deveria atuar, criei os protocolos de atendimento e desenhei o fluxograma de cada etapa da operação.
Foco no que importa: Mapeei os maiores gargalos — aquelas situações que sempre atrasavam o cliente final — e foquei em mitigar os desvios de rota e as falhas de agenda antes que eles virassem um problema maior.
Montei toda a operação dentro do Zendesk, garantindo que nada se perdesse. Contei com o apoio essencial de mais uma pessoa que me auxiliou na linha de frente, consolidando um fluxo de atendimento que finalmente deu voz e suporte real aos nossos motoristas.
Faltava uma conexão direta e organizada entre nossa equipe de rua e a retaguarda. O modelo antigo era um "telefone sem fio":
O motorista avisava o galpão, que repassava para o time de CX, que só então tentava falar com o cliente. Assim que o alinhamento acontecia o fluxo fazia o caminho inverso, até chegar ao motorista.
Com a criação do setor DS, essa ponte se tornou direta: motorista, DS e cliente.
O objetivo principal era manter o atendimento de qualidade e a precisão de informações na logística de entregas.
O desafio era claro: estruturar e dar vida a área de projetos dentro da holding. O que antes eram ideias e demandas dispersas precisava de método, controle e eficiência para deixar de ser apenas uma intenção e virar realidade operacional.
Para transformar esse cenário, desenhei e implementei os procedimentos do zero, criando a base operacional e de controle que o subsetor precisava para tracionar.
Construção de Processos e Governança: Estabeleci o fluxo completo de gestão, saindo do backlog inicial até o acompanhamento do ciclo de vida dos projetos.
Controle de Carga Técnica e Alocação: Criei mecanismos para monitorar a eficiência executiva e o balanceamento da equipe, garantindo que o volume de entregas estivesse alinhado com a capacidade real do time (com entregas mensais consistentes e picos de alta performance mapeados).
Foco em Qualidade e Satisfação (NPS): Mais do que apenas entregar, implementei o monitoramento contínuo da satisfação dos usuários e a validação rigorosa das soluções — garantindo que ferramentas, relatórios e automações (como Power BI, dashboards e integrações) tivessem precisão e utilidade real para o negócio.
O resultado dessa jornada foi a consolidação de um subsetor estruturado, capaz de tracionar dezenas de projetos simultâneos com visibilidade total de gargalos, prazos e indicadores de desempenho.
Projeto Academicos e Pessoais:
MOVFIT - Pesquisa de Mercado Implantação de novo Negócio
Doses de Amor - Estruturação de portifolio, custos e precificação
Entre Outros...